segunda-feira, 30 de junho de 2014

SEMANA URBE CARIOCA 16-20/06/2014 e 23-27/06/2014: MEIO AMBIENTE – Códigos, Golfe e Sociedade -, LICENCIAMENTO AMBIENTAL, CINEMA LEBLON, MÊS DE MAIO


Repetimos: este filme – misto de suspense, terror e faroeste com direito a participação especial do vilão Desde Que - está longe de terminar”.

 Trecho de AINDA O CINEMA LEBLON – MANIFESTAÇÕES, CARTAS E SUSPENSE NA URBE CARIOCA

 

CINEMA SÃO LUIZ, CATETE, RIO DE JANEIRO
Demolido devido à obra de construção do Metrô. A Grande sala não havia
sido atingida.  De início apenas a entrada foi demolida junto com os sobrados
que existiam na Rua do Catete em frente ao Largo do Machado, função do 
novo projeto aprovado de alinhamento para a Rua do Catete.
Imagem: Internet

 

Publicações dos últimos 15 dias e textos mais lidos

Os posts imediatamente anteriores; previsão de temas a serem analisados; código ambiental; licenciamento do Campo de Golfe; duas novas análises sobre o fechamento do Cinema Leblon; Meio Ambiente - Golfe na Reserva e participação da sociedade; e o mês de Maio.

NOTA: Na última quinta-feira o Conselho de Patrimônio Cultural deu parecer contrário à proposta do Grupo Severiano Ribeiro de construir um prédio comercial sobre a construção tombada onde funciona o Cinema Leblon, noticiado pela grande mídia no dia seguinte. As palavras do presidente do IRPH demostraram firmeza e conexão com a realidade.
Sábado, dia 28/06/2014, a imprensa noticiou que o prefeito da cidade decidiu intervir no caso do cinema e convidar o Instituto de Arquitetos do Brasil – IAB para estudar propostas. Segundo o alcaide “Temos que oferecer meios econômicos para manter o cinema, porque ele representa a história do bairro do Leblon”, diz o jornal. Na mesma reportagem, segundo o presidente do IAB, encontrar uma solução para o local depende de haver “um projeto menos espetaculoso e mais tranquilo”.

No curioso e triste ocaso do Cinema Leblon surge a chance de se começar de novo com alguma proposta verdadeira e aceitável, e não com sofismas...

Ontem, em postagem extra, divulgamos o projeto do Grupo LSR em CINEMA LEBLON - O PROJETO REJEITADO PELO PATRIMÔNIO CULTURAL.

Blog Urbe CaRioca

Segunda, 16/06/2014

SEMANA URBE CARIOCA 09/06 a 13/06/2014 – EMBARGO PAINEIRAS, CINEMAS FECHADOS, MICKEY NO MARACA, DONALD NO GOLFE, e CENTRAL DO BRASIL

 

09/06/2014 - SEMANA 02/06/2014 a 07/06/2014 – IMÓVEIS MUNICIPAIS À VENDA, SOBRE O GOLFE E O CONCURSO - NO DIA DO MEIO AMBIENTE - e MAIS CINEMA LEBLON

 

Terça, 17/06/2014

PRÓXIMOS ASSUNTOS NO URBE CARIOCA



Quinta, 19/06/2014

Artigo: ANÁLISE DO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 30/2013 QUE PROPÕE A CRIAÇÃO DO CÓDIGO AMBIENTAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, de Felipe Pires Muniz de Brito





Sexta, 20/06/2014

LICENCIAMENTO CAMPO DE GOLFE: ANÁLISE DO PROF. FERNANDO WALCACER


Segunda, 23/06/2014

CINE LEBLON - MOCINHOS, VILÕES, CHANCHADAS, e INCERTEZA




Terça, 24/06/2014

Artigo - MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RECOMENDA A SUSPENSÃO DAS OBRAS DO CAMPO DE GOLFE: EXONERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE, de Sonia Peixoto




Quinta, 26/06/2014

AINDA O CINEMA LEBLON – MANIFESTAÇÕES, CARTAS E SUSPENSE NA URBE CARIOCA





Sexta, 27/06/2014

O MÊS NO URBE CARIOCA – MAIO 2014


Os 10 posts mais lidos da semana 23 a 27/06
Se necessário copie o título na caixa de pesquisa acima.

LICENCIAMENTO CAMPO DE GOLFE: ANÁLISE DO PROF. FERNANDO WALCACER

CINE LEBLON - MOCINHOS, VILÕES, CHANCHADAS, e INCERTEZA

Artigo - MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RECOMENDA A SUSPENSÃO DAS OBRAS DO CAMPO DE GOLFE: EXONERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE, de Sonia Peixoto

Artigo: ANÁLISE DO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 30/2013 QUE PROPÕE A CRIAÇÃO DO CÓDIGO AMBIENTAL DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, de Felipe Pires Muniz de Brito

ADEUS, TERRENO DO BATALHÃO, ADEUS PRAÇAS EM BOTAFOGO

AINDA O CINEMA LEBLON – MANIFESTAÇÕES, CARTAS E SUSPENSE NA URBE CARIOCA

UM PROJETO REAL E VIÁVEL PARA O METRÔ DO RIO, por Miguel Gonzalez

PARQUE DAS BENESSES NA REUNIÃO DO CONSELHO DE POLÍTICA URBANA – COMPUR

VENDO O RIO: NOVA LISTA DOS IMÓVEIS A SEREM VENDIDOS


RIO DE JANEIRO - HOTÉIS EM REFORMA, EM CONSTRUÇÃO, EM PROJETO OU EM ESTUDOS

domingo, 29 de junho de 2014

CINEMA LEBLON - O PROJETO REJEITADO PELO PATRIMÔNIO CULTURAL




Os conceitos apresentados pelo Instituto Rio Patrimônio da Humanidade – IRPH, conforme reportagem do jornal O Globo, demonstram respeito à cidade e ao patrimônio cultural carioca, sem descartar a possibilidade de que o Grupo Severiano Ribeiro apresente outro projeto, ou seja, aponta um caminho para que a atividade possa também ser mantida.

Assim, mesmo com o esforço dos vilões Desde Que e Flexibilidade, o mocinho Conselho Municipal de Patrimônio Cultural venceu o primeiro duelo no faroeste urbano-carioca. Mas, o filme ainda não acabou. Os proprietários anunciaram o encerramento das atividades para o dia 02/07/2014, na próxima semana.

Enquanto o debate prossegue e se amplia, o prefeito decidiu convocar o Instituto dos Arquitetos do Brasil – IAB para opinar a respeito.

Por sua vez, o presidente do IRPH, arquiteto Washington Fajardo, divulgou o projeto de arquitetura que foi rejeitado, por unanimidade, pelo Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro, dando assim maior transparência ao processo e oportunidade para que se conheça, de fato, a proposta: tipologia, usos, volumetria e implantação no local, esquina da Avenida Ataulfo de Paiva e Rua Carlos Góis, Leblon.

Reproduzimos os desenhos a seguir com o objetivo de contribuir para fundamentar e qualificar as discussões com base em dados concretos.

Urbe CaRioca



















sexta-feira, 27 de junho de 2014

O MÊS NO URBE CARIOCA – MAIO 2014


Caros leitores,
Em MAIO tivemos Roda-Gigante, Jardim Botânico, Varandas Fechadas, Hotéis, O Samba-Rap do Alcaide, Campo de Golfe, entre outros, e artigos interessantes de vários colaboradores e articulistas que autorizaram a reprodução de textos já publicados.
O blog agradece a Sonia Rabello, Eduardo Cotrim, Pedro Paulo Da Poian, e Mauro Almada por enriquecerem o debate trazendo novos assuntos, informações e análises importantes para os leitores.
A quem não pode acompanhar, seguem todos os títulos e links respectivos publicados no mês de maio.

URBE CARIOCA




MAIO/2014




























quinta-feira, 26 de junho de 2014

AINDA O CINEMA LEBLON – MANIFESTAÇÕES, CARTAS E SUSPENSE NA URBE CARIOCA



Conforme divulgamos em CINE LEBLON - MOCINHOS, VILÕES, CHANCHADAS, e INCERTEZAvárias personalidades têm se manifestado sobre o caso além de Cacá Diegues e Evelyn Rosenzweig: Fernanda Torres, Emir Sader, Augusto Boisson, Rodrigo Constantino, Sérgio Magalhães, Sonia Rabello, Cora Rónai, entre outras. Nas redes sociais o assunto pipoca”.




Megabuzz - internet

Segundo a imprensa o projeto apresentado ao Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, antiga Secretaria Municipal - proposto pelo Grupo Severiano Ribeiro e defendido pela AMA-Lebon em informes publicados na grande mídia -, estará na pauta da próxima reunião do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural da Cidade do Rio de Janeiro, hoje, dia 26/06/2014. Da proposta só se conhecem – também através da imprensa – a tipologia da construção e as atividades desejadas: um edifício comercial com salas comerciais, restaurante, livraria e cinemas. O desenho com o volume projetado e sua implantação no terreno não foi divulgado para o grande público. Só foi liberado em pré-estreia para alguma plateia vip.

Mas, há novos episódios em cartaz.

O artigo do arquiteto, professor, presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil e articulista do O Globo, Sérgio Magalhães, com o título ‘Está valendo o jogo?, instiga e nos remete a Meia-Noite em Paris, de Woody Allen, onde existe o saudosismo até do que não se conheceu. No texto entra em cena a vilã Flexibilidade, que é nada mais nada menos do que a irmã gêmea do vilão Desde Que!

Acabada a 2ª Guerra Mundial, Jean-Paul Sartre visita Nova York pela primeira vez. À procura de uma imagem urbana reconhecível, que não encontra, ele se sente perdido entre ruas retas. Para ele, a cidade não tem a mesma “natureza” da sua Paris.

Mas a Paris que Sartre naturalizava era resultante das obras promovidas em meados do século XIX e que então causaram estranhamento ao poeta Charles Baudelaire: “A forma de uma cidade/muda mais rápido — ai de mim —/que o coração de um mortal”.

Agora, século XXI, a atriz Fernanda Torres sofre com perdas afetivo-arquitetônicas em seu bairro, como o anunciado fechamento do Cinema Leblon. “Devia haver um decreto para impedir que, ao crescerem, as cidades deixem de ser o que são”, sugere.

Sartre, Baudelaire e Fernanda sintetizam sensações de desconforto ante a perda de referências espaciais.
Embora saibamos que toda cidade é sempre outra, ainda que a forma seja estável, pois o uso, as pessoas e os sentimentos são cambiantes, mesmo assim a relação com o ambiente urbano constrói a identidade cidadã e a noção de pertencimento à cidade. Mudar a cidade, portanto, não é ação destituída de consequências importantes para as pessoas. E, por isso mesmo, precisa ser tratada também na dimensão que interessa ao cidadão e à memória coletiva.

Em nosso arcabouço jurídico, o Estado tem o monopólio de regular o volume e o uso das edificações. O que legitima tal privilégio é a busca pela forma urbana que melhor possa corresponder à ideia de uma boa cidade. A lei expressaria esse caminho. No entanto, o poder público tem abstraído essa responsabilidade, priorizando legislar sobre o aproveitamento imobiliário dos lotes através de índices genéricos que não consideram as proporções dos edifícios entre si e com a cidade. Se, de fato, buscasse o melhor ambiente, o Estado não deveria “vender” licenças para construir além do permitido pela lei, o que tem sido feito crescentemente. Com isso, a imagem ambiental da cidade, na prática, é desenhada pela propriedade fundiária.

Abre-se uma luta inglória entre o interesse do negócio imobiliário e as referências coletivas e cidadãs. Parece ser o caso do Cinema Leblon.

A lei protege o edifício e o seu uso como cinema. Mas a empresa proprietária do imóvel e do cinema afirma que o uso só será possível se for construído um edifício comercial no terreno. O lucro imobiliário constituirá um fundo para manter o cinema? Essa equação não está explicada.

O que se percebe é que a função cinema está sendo utilizada como elemento de troca para permitir que o tombamento do imóvel seja “flexibilizado”. Fica o cinema, mas não fica o edifício tombado. Ou seja, entre preservar a referência de uso e a referência espacial, opta-se pela primeira.

Essa é uma resposta que privilegia um aspecto da construção da memória coletiva em detrimento de outro elemento dela constituinte.




Marbel Klein escreveu em seu blog SOS Leblon o artigo O estranho caso do Cinema Leblon, uma análise abrangente que passa pelo instituto do tombamento do prédio, das restrições impostas pela APAC Leblon que são respeitadas pelos demais proprietários, alguns problemas, e as possíveis consequências de privilégios concedidos ao Grupo Severiano Ribeiro, além de lamentar de forma contundente a atitude da AMA Leblon pelos motivos que considera e expõe.

O fechamento do cinema Leblon será, creio eu, um golpe muito grande para os amantes da sétima arte, entre os quais me incluo.  Compreendo perfeitamente que a família Severiano Ribeiro não deseje operar no prejuízo, mas a alteração do cinema, além dos entraves legais, isto é, o cinema é tombado pelo Patrimônio por se tratar de um prédio art déco, existem muitos motivos para que essa preservação se mantenha, mas tratarei de dois.

O primeiro se refere ao entrave ambiental e cultural: compete ao órgão que instituiu o tombamento do cinema cuidar da área do entorno, portanto, o que estiver próximo ao prédio não poderá ser descaracterizado de qualquer maneira. O Leblon não comporta a existência de novos prédios comerciais pela própria dimensão do bairro. Antes do início das obras do Metro, o volume de transeuntes pelas vias principais já era intenso. Podemos bem imaginar o adensamento populacional advindo da abertura das novas estações metroviárias.

O tombamento, quando indicado, tem objetivos determinados, mas não impede a venda do imóvel, trago o exemplo de duas grandes amigas que possuem casas em locais privilegiadíssimos e que estão lidando, com o tombamento das mesmas, da melhor maneira possível. A casa dos meus pais, em área muito valorizada, foi desapropriada; a situação de tombamento acarreta dificuldades inferiores a um bem sujeito à desapropriação, e assim foi feito.  Contra as decisões da prefeitura não se tem poder, porém nesta situação em questão há alguma influência externa?

O segundo entrave se refere ao impacto legal e ético: que privilégio é esse da família Severiano Ribeiro? Impossível que não percebam a situação complexa advinda dessa nefasta intenção. Os moradores dessa cidade só poderão visualizar duas situações: ou se procede ao destombamento geral com grande prejuízo para a história dos prédios, dos bairros e da cidade ou estaremos assistindo a mais uma arbitrariedade.
Será que as leis funcionam de forma diferente de acordo com as pessoas? A ideia inicial da família Severiano Ribeiro sempre foi a de se construir pequenas salas de projeção, o que considerei uma ótima solução, mas no momento para que isso ocorra torna-se necessário a construção de um prédio de escritórios.

Quando se procedeu, no governo de Cesar Maia, o “apacamento” de prédios no Leblon surgiu como uma política de preservação do ambiente cultural. Esses prédios podem não ter grande valor arquitetônico, mas eles compõem o ambiente com grande harmonia e graça. Muitos proprietários têm mantido seus pequenos edifícios arrumadíssimos e são vendidos com excelente preço, até porque internamente são permitidas modificações. Os atuais donos de apartamentos se alvoroçaram diante dessa novidade e questionam a evolução desse caso para que não se cometam injustiças.

Essa fluidez das leis permite situações que são extremamente desagradáveis. Tenho recebido notícias de que à Rua Des. Alfredo Russel número 188 onde existe um prédio belíssimo que há quase vinte anos não recebe uma pincelada de tinta. Ele está em franca decadência, completamente diferenciado de outros pequenos prédios existentes na rua que são impecáveis. O que contam na rua, é que os moradores deste edifício aguardam um novo prefeito que poderá retirar o prédio da área de proteção cultural. A vizinhança fica chocadíssima, mas a visão econômica, ultimamente, ultrapassa tudo. O desleixo, a agressão ambiental e até a falta de consideração com a vizinhança, tudo isso se esvai quando a ambição é privilegiada acima de qualquer coisa. Talvez este seja o caso dos proprietários do cinema Leblon, o que seria uma pena, visto que a dedicação à cultura permeou suas vidas.

Cabe ao Conselho Municipal de Patrimônio examinar com cuidado essa proposta do Cinema Leblon. Não se pode esquecer que o bairro é área de preservação do ambiente cultural, de modo que qualquer ideia que surja quanto ao futuro do cinema deverá ser minuciosamente estudada para não se agredir mais uma vez a essa joia que foi o bairro do Leblon.

Essa é uma opinião pessoal, não sou presidente de nada, porém não posso deixar de lamentar a atitude da Presidente da AMALEBLON que abstraiu completamente que, só nosso bairro, há centenas de prédios “apacados”. A senhora Evelyn Rosenzweig defende a alteração do imóvel, que além de “APACADO” é TOMBADO!  Esta opção infringiria as leis de preservação vigentes, abrindo precedentes jurídicos para que todos os prédios do Leblon recorram das decisões, dando sinal verde para novas demolições e descaracterizando mais ainda o bairro.

Sem nenhuma consulta prévia aos moradores, aplaude e se declara, por escrito, a favor da construção de um prédio comercial, no cinema Leblon, pois ganharíamos novas salas de projeção. Ela é e sempre foi a Presidente da Associação Comercial do Leblon, nada mais do que isso, ambiência não é com ela. Se alguém lhe perguntar o porquê dessa atitude, responderá que há demanda. Foi isso que ela fez constar neste blog quando ponderei que seria massacrante para o bairro a abertura de novos bares. É duro administrar tanta insensatez, tanto desprezo pelos moradores e tanta falta de sensibilidade legal e ambiental da Presidente da Associação dos Moradores do Leblon.

Abaixo segue o link para a lei de 2001 que regulamentou a APAC do Leblon que contém em detalhes as regras para alterações dos imóveis incluídos. Nele há duas categorias, os que são tombados, como no caso do Cinema do Leblon e os “apacados”.


Para ampliar as discussões ontem um grupo de conhecidas personalidades – cineastas e atores entre outros, também fez publicar no jornal O Globo uma carta aberta que pede ao Prefeito a salvação do Cinema Leblon.

Resta saber se o remédio sugerido seria eficaz ou apenas a decretação do THE END acoplado a um edifício comercial, o caminho escolhido. Será que as personalidades sabem exatamente as implicações do que defendem ao assinar a carta? Onde está o projeto? Quem é o arquiteto? Qual é a construtora? Qual é a parte do terreno que consideram ser passível de receber um edifício? Quanto do espaço aéreo livre que envolve a construção e a emoldura, seria ocupado?

Repetimos: este filme – misto de suspense, terror e faroeste com direito a participação especial do vilão Desde Que - está longe de terminar.

Aguardemos o parecer do Conselho de Patrimônio Cultural e a resposta do senhor Prefeito à carta das personalidades públicas.

Bons debates.


Blog Urbe CaRioca